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Apático, mas classificado


Palmeiras passou para a próxima fase da Copa do Brasil - torneio que foi campeão em 1998 e vice em 1996 - e espera de camarote o adversário que sai do jogo entre Central-PE x Remo-PA. O time, para a irritação da nação palmeirense, jogou um futebol burocrático no primeiro tempo, lembrando até a seleçãozinha do pé-de-uva Parreira.

Jogou para fazer o bê-a-bá do regulamento. Mesmo que irritasse a torcida (e como irritou). Ponto para a classificação antecipada e descanso do meio de semana que a vitória por 2x0 proporcionou.



O jogo

Um primeiro tempo que limitou-se a uma excelente batida de falta na trave do Leandro, este que por sinal está jogando o fino da bola nas mãos do Luxa. Parece que o despertador tocou, pena que outros não estão acompanhando o ritmo do lateral esquerdo, e em alguns casos acontece o inverso. Jogadores que mantinham uma boa regularidade em 2007 está em queda livre em 2008, como é o caso de Gustavo, Pierre, e dos recém-contratados Diego Souza e Henrique. Mas nada que uma boa vitória domingo não resolva.

O segundo tempo começou com um gol contra do time do Cene (fica aqui meu desagrado em pronunciar esse nome, não pelo time mas a semelhança com outro nome futebolístico) que parecia dar ainda mais tranqüilidade a equipe. Mais? assim, o pessoal começaria a dormir em campo, né Wendel e sua mão na cintura.

Em seguida El Mago Valdivia deu um passe açucarado para O Diego Ainda Morto Em Campo Souza que fez o segundo e deu números finais a peleja.

E o Cene? O limite técnico limitou o time a não ultrapassar os limites do grande Marcão, que perdeu o limite com o ataque, que passou dos limites de perder gols e que quase limitou a entregar o jogo, caso o Cene ultrapassasse seus próprios limites e fizesse um mísero gol no arqueiro, que passou de todos os limites, classificando o Palmeiras em dois anos seguidos da Libertadores contra o limitado da Marginal Sem Número.

O tio Luxa mudou o time com as entradas de Lenny, Kleber (fez sua estréia) e Denilson, dando maior movimentação ao time que insistia em ficar preso na marcação do Cene (esse nome de novo). Ou o Luxa tem algo revolucionário em mente ou ele deve parar de insistir em tantos zagueiros e volantes, com o Valdívia no ataque e por o mesmo armando o time no meio de campo, dando ao Alex Mineiro e seu companheiro de ataque (Lenny ou Kleber) mais companhia. Mas acho que tanta precaução deve-se dele não sentir ainda firmeza na equipe. Sei lá, vai saber!?

O time foi outro, começou a se mexer em campo, mesmo com o freio de mão puxado - acho eu, que foi para de pouparem para o jogo de domingo.
Se o time andando em campo não tinha irritado toda a nação, os gols perdidos pelo Alex Mineiro e Denilson (jogue o simples e se dedique que ganhará fácil a torcida) tratou de resolver o problema.


Fim de jogo.



Saliento aqui que o lance mais cativante foi o recado que o Luxa mandou pelo Elder Granja ao Wendel.




"Elder, manda o Wendel tomar no cu"
Retirado da Comunidade do Verdão no Orkut, o novo hit de 2008. Essa música promete balançar todas os estádios do Brasil.

Segue a letra e o hit original no youtube:


Parapapapapapapapapa

Parapapapapapapapapa
Paparapaparapapara clack bum
Parapapapapapapapapa

Estádio do"Curintia" é ruim de construir
Na 2ª divisão, vão jogar no Morumbi
Porque no timão, eu vou dizer como é que é
Só tem fim de carreira, perna de pau e Zé Mané
Não voltar para a 1a é o que a fiel teme
Os jogos dos gambá vão rolá só nas rádio AM
Eu dou o maior conceito para os amigos meus
O timão caiu e o Vampeta se fudeu


------------------------- (2x) --------------------------


No Parque São Jorge tem um bando de ladrão
Compraram o juiz pra ganhar o Brasileirão
A Polícia Federal fez uma investigação
Dualib e Nezi Coury vão andar de camburão
Amigo se liga só no que eu digo pra você
O Neto e o Dr. Osmar vão comentar a Série B
Acabou a parceria com a MSI
O dinheiro foi lavado e a sujeira tá aí
É que lá o time é ruim e só toma pau
Vão perder de goleada pro América de Natal
Esse rap é maneiro eu digo pra vocês,
Pra salvar o curintia nem o Bento XVI
A torcida dos gambás já diz que não agüenta
De viver só do paulista da década de 70
Em 2005 roubaram o Internacional
E acham que em 2000 foram Campeão Mundial
Mas, Libertadores o curintia nunca viu
Caiu pra segundona pra alegria do Brasil
E eu vou te falar, o Vampeta tá chateado
É um alcoólatra sem sorte e agora é tri rebaixado
E torcer pro Curintia não leva ninguém a nada
E finalizo o rap detonando a galinhada

Parapapapapapapapapa, valeu
Paparapaparapapara clack bum





Lenda urbana


Minha mãe sempre dizia que não se pode mentir, afinal, se a mentira fosse descoberta vinha acompanhada de uma bela sova de chinelo Rider. Nas cidades do interior desse Brasil afora é comum no depararmos com contos de Lobisomens, fantasmas e entre outras histórias do povo. E ai de quem duvide delas, pois, todos juram de pé juntos que já viram e ouviram de pessoas com toda credibilidade do mundo (mais até que muitos que põe o Valdívia no SPFW) que os fatos são reais.
Minha véia também me dizia que uma mentira contada muitas vezes tende a seguir o caminho da verdade.
Vou além disso, na boca do povo as histórias ganham proporções magnânimas. Nada contra, pois, em 99% dos casos é excelente ouvir dos nossos pais, avós contos que beiram o surreal e o plausível.




Aproveito o gancho para recomendar um filme que retrata muito bem isso:

Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas

Sinopse

Edward Bloom (Albert Finney) sempre foi um contador de histórias sobre sua extravagante vida quando jovem (Ewan McGregor), quando seu desejo de viajar o levou de uma pequena cidade no Alabama para uma volta ao mundo. Suas explorações místicas variam do divertimento ao delírio, quando conta histórias sobre gigantes, feiticeiras e duas cantoras gêmeas siamesas. Com suas narrações exageradas, Bloom encanta a quase todos que encontra, exceto seu filho Will (Billy Crudup). Quando sua mãe Sandra (Jessica Lange) tenta aproximá-los, Will precisa aprender a separar a realidade da ficção conhecendo os grandes feitos e derrotas de seu pai.



Depois da viajada legal, queria fazer essa introdução para que, você leitor, isso mesmo, você, possa entender como no meio esportivo um mito vira realidade nas cabeças de que engole essas besteiras.

O Sr. Arnaldo Cesar Coelho no ano passado lançou o que foi o início do bum "Valdívia cai-cai", só lembrando que ele é estrangeiro e pertence a um país que difere do nosso futebol, mas, mesmo assim, é cai-cai (!).
O Tevez era catimbeiro, malandro, jogador inteligente. O Aloísio, durante uma transmissão da Sportv do Paulistão desse ano, cavou uma falta que originou o gol do São Paulo, mas aos brandos o narrador disse que o Aloísio era esperto e fazia parte do seu futebol jogar o corpo e esperar a falta.
Mas o que difere nesse âmbito o Valdívia dos demais? Má vontade da imprensa com o Palmeiras? Por ele ser estrangeiro? (só lembrando que o mesmo Tevez reclamou diversas vezes da má vontade dos árbitros para com ele).

Mas e o mito?

Pois bem, se você for agora e perguntar para qualquer torcedor que acompanha um pouco de futebol quem é o maior cai-cai do futebol, verá que a grande maioria responderá Valdívia.
Mas, me diga bem rápido. Você é o mais habilitado a dizer quem é ou não cai-cai. Quem é? O torcedor? O narrador? O comentarista?
Não seria mais apropriado perguntar a quem está de perto, acompanhando jogo a jogo, lance a lance, e que ouve o que pouco escutam? Seria né!?


O
blog do André Rizek traz um pitada sobre próxima edição da Revista Placar.


"Trata-se de um levantamento com os 20 árbitros e assistentes Fifa do país -- 18 toparam responder, sob anonimato.
Fizemos perguntas sobre quem é o técnico mais mala do país, o estádio onde sofrem maior pressão, se a arbitragem é a principal fonte de renda deles -- garantem que não, já que no Brasil juiz de futebol é obrigado a ter uma profissão."

Uma dessas perguntas foi:


"Quem é o maior cai-cai do futebol brasileiro? Se você respondeu "Valdívia", saiba que errou. Mas não tem problema. A gente achava que o chileno ganharia disparado, já que vive reclamando que apanha impunemente nos gramados brasileiros - com boa dose de razão."

Portanto, como dito anteriormente, você foi enganado! Nem de longe você acertou. Aí você deve pensar: Ah! deve ser de um timeco da série-B ou de um Juventude e Náutico da vida. Behhhhhhhhh! Errou de novo. O troféu de maior cai-cai do Brasil se estende a:


"Para os juízes, o são-paulino Dagoberto é o maior cai-cai do futebol brasileiro. Talvez isso explique dois pênaltis claros não marcados no jogador neste Paulista - um deles no clássico contra o Corinthians --, de que tanto reclamam os tricolores."


Pronto! O mito de cai-cai estava criado e fixado e aí vem a Placar e desmente, como pode!?
Alguém, por favor, encaminhe alguns exemplares para todos da crítica esportiva. Tenho minhas dúvidas se lerão, mas não perco a esperança disso.


Quem sabe aos poucos outros mitos não caem por terra!?

Quer ver alguns?


Vale mais pagar 250.000 ao Adriano pé-de-cana PARA FAZER GOLS ou ao Otacílio Neto (10 gols)? Rogério Ceni nunca falha! Richarlyson é homem!


Espero que assim como o fim do texto do André, outros mitos não sejam pré-conceituados pelos juízes, torcedores, profissionais sérios. Afinal:

"É difícil se livrar de uma fama como essa..."



Né, Richarlyson!

Até quand(t)o vale a tradição?


Uma das mais tradicionais seleções do futebol mundial mudou seu fornecedor depois de 36 anos. A seleção Francesa trocou uma multinacional por outra.


"A Nike venceu a queda-de-braço com a Adidas, sua principal concorrente. A empresa alemã era a patrocinadora da França desde 1972 e destinava US$ 14,8 milhões (R$ 25,2 milhões) por ano à federação, segundo o jornal 'La Tribune'."


A Adidas deixará de estampar a camisa dos Bleus a partir de 2011 e cederá espaço para sua maior concorrente mundial, a Nike.
Caro Carcamanos, nada contra a troca de uma pela outra, é claro que hoje, no dito e papagaiado futebol moderno o que realmente importa é o tutu, a bufunfa, o ajuda pedreiro.


"Para estampar sua marca no uniforme dos "Bleus", a fornecedora norte-americana pagará US$ 63,3 milhões (R$ 107,6 milhões) a cada ano".


Particularmente, prefiro a Adidas à Nike e/ou outro qualquer fornecedor esportivo. Não sei se meu gosto é fruto de propaganda ao longo desses 24 anos de vida. Porém, sempre gostei dos uniformes da empresa alemã, que recentemente comprou a Reebok e viu sua rival norte-americana adquirir a inglesa Umbro. No ano de 2007, a Adidas lançou sua linha de uniformes para o futebol, e particularmente, deixou a desejar* EM COMPARAÇÃO COM AS OUTRAS MARCAS. Espero que arregace em 2008.

O título do post é bem pertinente quando vemos o Palmeiras, por exemplo, durante as reformas dos vestuários valorizar suas raízes históricas com a Itália. A França, era uma das meninas dos olhos da Adidas, juntamente com a seleção do país de origem da empresa, Argentina e Espanha - já que a italiana Puma domina as seleções africanas e alguns países do leste europeu.

A relação Bleus/Adidas era uma das mais antigas e constituía uma identificação com um mercado consumidor mundial. Quem não lembra do Henry, patrocinado pela Nike e que usava chuteiras da concorrente.
Está chegando ao fim uma feliz parceria que engrenou uma série de outras entre a marca e seleções/times. Quem hoje se dá um luxo de não imaginar os confrontos entre as marcas que já estão se fixando ao longo dos anos entre: Brasil x Argentina, Boca x River, Palmeiras e Corinthians, Flamengo e Fluminense, Barcelona x Real Madrid, Japão x Coréia do Sul e Milan x Internazionale.

Ainda há raros contrastes entre as marcas no cenário econômico. A Nike tem dificuldade em entrar na Alemanha, terra natal da Adidas. Em contrapartida, a empresa alemã tem um forte mercado no Soccer norte-americano - lar da Nike - e encontra um abismo gigantesco para firmar sua marca na terra da Rainha.


"Antes da França, a Nike tinha feito investida sobre a Alemanha, que usa Adidas. No ano passado, a empresa ofereceu US$ 80 milhões (R$ 136 milhões). Não levou, apesar de a federação alemã reconhecer que o valor era superior ao que recebia da marca concorrente."


A fusão e/ou compra de empresas menores caracteriza mais um processo econômico da Globalização. As fusões das multinacionais citadas, encaminha o futebol para uma bipolaridade (minha professora de história ficaria feliz em me ver lembrando dessa época) das marcas. Ruim? Bom? Não tenho ainda muitas informações ao respeito!
Mas, temos que ter cuidado com a tradição dos clubes, independente dos valores "globais".

Acende-se uma luz amarela na Adidas, com a perda da seleção Francesa. Então, que compre o direito de patrocinar a seleção canarinho, já que a Nike paga dinheiro de pinga mesmo.


"A confederação brasileira recebe da Nike US$ 12 milhões (R$ 20,4 milhões) anuais, um valor 5,3 menor que o destinado aos europeus pelo acerto".


Seria para mim um sonho particular em ver a seleção com uma camisa digna da sua história. Se bem que, o novo modelo 2008 é simplesmente a melhor que a Nike fez de qualquer clube/seleção em sua história. Estão de parabéns.

Meu medo é se nesses 20 milhões que a empresa do tio Sam paga a CBF está incluso o gole do santo!


Duvido!



Leia [ + ]





*Não publicarei as fotos, é só você acessar/assistir o futebol de qualquer parte do mundo.

Apresentação vergonhosa resulta em empate no Palestra.

Mas um empate contra um time do interior. Mas um jogo em que o time não mostrou a tão esperada apresentação "entrosada". E se não foi entrosada, foi o quê? Apresentação vergonhosa? Não chega a tanto. Ué, mas então... porque este título?

O time se portou bem, não criou tanto como criava mas teve suas chances. Teria mais se o time experimentasse chutar mais a gol.

Estaria o time com resquícios do Caio Jr.?

Os jogadores têm que se empenhar mais e não apenas ficarem contentes em ter um técnico campeão. Prefiro analisar agora esta partida individualmente, porque acredito que obterei melhores resultados.

Laterais: os papéis se invertem. Leandro teve uma apresentação ótima e Élder Granja ridícula. Este subiu poucas vezes para atacar, sem senso de colocação na partida.

Zagueiros de Seleção erram mais uma vez.
Diego Souza. Ele jogou?

Valdívia jogou muito, quando deu. Quando não deu, ele estava no chão porque recebeu uma falta. Fez também o único gol da equipe alviverde.


O único reserva que entrou arrebentando foi Lenny, mas faltou chutar.

Agora explicarei o título.

Apresentação vergonha foi a do árbitro Paulo Roberto Ferreira. Sem critério, sem experiência, sem atitude e sem vergonha.

O Valdívia precisou tomar umas 10 faltas pra ele apresentar o 1º cartão amarelo. Sem contar do pênalti claro que o zagueiro fez ao empurrar o Valdívia com o braço.

Clique aqui e veja o vídeo abaixo para tirar suas dúvidas.

Agora o mais absurdo foi a expulsão do Vanderlei Luxemburgo aos 20 minutos do 1º tempo . Acho que Luxemburgo, melhor do que eu, pode explicar este ato bisonho do árbitro.

- Eu não vou deixar de discutir as coisas do futebol. É um direito meu. Não estamos em uma ditadura e, sim, em uma democracia. Se o Coronel Marinho está incomodado com as minhas declarações, que largue o cargo. Ele já está aposentado mesmo. É melhor ficar em casa do que mandar recado e expulsar um profissional, trazendo prejuízo a uma equipe - afirma o comandante.

- Eu já sabia que seria expulso, pois o Coronel Marinho não gosta que ninguém reclame dele. As declarações estão incomodando e saí expulso sem ofender ninguém – diz o treinador.


É bem verdade que um erro não justifica o outro. Os erros da arbitragem não justificam uma apresentação sem brio no lotado Palestra. Mas que influencia, ahhhhh isso sim influencia.... e demais!!! Resultado no Palestra Itália, com o ingresso mais barato custando a 30 reais: Palmeiras 1 x 1 Rio Preto.


Depois de 2 empates com os "rios" vamos tentar ganhar de mais um, o Rio Tietê.





Ps.: Arbitragem amarela de novo contra o "coitadinho" São Paulo e erra absurdamente no gol legal do Noroeste.

Caldo do Rio Claro


Na eminência de ultrapassar o limite entre a irritação e a cornetagem - nem tanto pelo time, técnico e jogadores, mas pela partida em si - ao comentar o jogo sofrível, prefiro fazer um Ctrl + C e Ctrl + V do texto do Fabian Chacur (Mondo Palmeiras), que segue logo abaixo:


O bom Primeiro tempo, aliás, o "bom" Palmeiras de todo o jogo:

"Deixou os palmeirenses esperançosos. Mesmo sem dar show de bola, a equipe conseguiu a vantagem de um a zero contra a equipe do Rio Claro, placar merecido.

Uma explicação viável para a jornada irregular da equipe treinada por Vanderlei Luxemburgo reside na fraca performance dos laterais, que infelizmente não repetiram suas partidas anteriores. Leandro ainda participou da jogada que originou o gol do Palmeiras, aos 31 minutos do primeiro tempo, dando lançamento para Alex Mineiro, que, de calcanhar, deixou Diego Souza na cara do gol, para que o ex-atleta do Grêmio fizesse seu segundo gol com o Manto Sagrado. Outro lance agudo ficou por conta de bela cabeçada de Gustavo Xerifão, que parou na trave adversária.

Na etapa final, a equipe liderada por Marcos simplesmente não entrou em campo. Mesmo assim, o fraco Rio Claro só conseguiu seu gol através de chute iluminado de Chumbinho (sempre os malditos jogadores com nome estranho!) aos 16 minutos, que Marcos, outra vez em noite inspirada, não conseguiu segurar (ele fez pelo menos três boas defesas, durante a partida).

Para piorar uma noite a ser esquecida, Alex Mineiro perdeu seu primeiro pênalti com a camisa do Palmeiras, aos 40 minutos da segunda etapa."



Amanhã estarei com um ânimo muito melhor para comentar do jogo. Não quero ser injusto com ninguém.
Bem... vou ir ver a reprise dos Simpsons na Fox que ganho mais!

Homer rules!





A pior parte foi quando terminou o jogo e tive a seguinte sensação:



"[...] o time voltou com uma apatia típica dos tempos de Caio Júnior [...]".

Uma bela entre as feras

Olá Carcamanos,

tenho o imenso prazer (nada de trocadilhos) de apresentar a nova contratação do blog. Ela irá mostrar todos seus dotes (sem malícia povo) futebolísticos do glorioso Verdão. Afinal, tínhamos que embelezar esse lugar, né!? Chega de cuecas postando por aqui.

A Bia chega para levantar (juro que é o último) a audiência do Carcamanos.

Seja bem vinda, Bia. A casa é sua, nossa e toda a torcida Palmeirense.

AGORA, AQUI TEM UMA "MOLECA"

Ééé isso mesmo meu.. Chega de só homem no futebol, tem uma moleca aqui também!

Prazer, eu sou a Bia! HAHAHA!

Tou aqui pra mostra o poder de nós mulheres palestrinas, mostra que mulher também manja sim, de futebol. Não vamos pro estádio só perguntando por que o cara não passa a bola pro de amarelo!


Vocês vão vê, sei mais que a Renata Fan! ashoiahsuiahsouiah

Ééée isso ai então!











Beeeeeju pra todo mundo e DA - LHÊÊÊ POOOOOOORCO!

PALMEIRAS GOLEIA NO INTERIOR E CHEGA PERTO DO G4


Depois de uma seqüência ruim nesse Paulistão, o Verdão consegue achar um bom futebol e goleia o Moleque por 4x0.Com gols de Diego Souza, Alex Mineiro, Valdivia e David Palmeiras achou seu bom futebol e agora parece que embalou.Quem se destacou bastante no jogo foi o lateral esquerdo Leandro que teve participação em 3 dos 4 gols.
O goleiro do Verdão também se destacou, fez algumas defesas bem difíceis. Diego Souza além do gol fez bastantes passes e chutes ao gol, acertou uma bola na trave dando uma cabeçada e obrigou o goleiro do Juventus a fazer uma defesa dificil!

Valdivia foi outro que parece ter encontrado seu bom futebol, fez sua melhor partida na temporada e marcou seu primeiro gol, criou inúmeras jogadas e como sempre muito habilidoso. Alex Mineiro não teve muitas oportunidades, mas marcou um belo gol e mostrou que não é fominha! E a grande atração do jogo, mais novo contratado Denilson estreiou bem, logo na sua primeira participação fez uma graça tocou pra Leandro que cruzou e o Mago Valdivia concluiu com o gol, ainda teve a chance de marca o seu em uma cobrança de falta mais o goleiro defendeu! No fim da partida falou que vai sim comemorar os gols contra os bambis porque a torcida merece!


Palmeiras fez seu melhor jogo no campeonato, isso é fato! Os jogadores acharam o bom futebol que ainda não tinham mostrado e conseguiram uma goleada! Jogadores novos estão mostrando que a briga por vagas no time titular vai ser grande. O Luxemburgo realmente é MUITO diferente do Caio Júnior, ele fez uns jogadores que nunca tinham jogado bem no Palmeiras joga muita bola (Leandro)

Foi pra cala a boca de muita gente ai né?


PINTOU O CAMPEÃO

Dados históricos da minha vida!

- Vi o fim da ditadura militar
- Vi a queda do Muro de Berlin
- Vi as primeiras eleições diretas do Brasil

- Vi o Boston red Sox ganhar a World Series depois de 86 anos
- Vi Arafat morrer
- Vi Saddam morrer
- Vi Fidel renunciar



... mas nunca vi o Corinthians ganhar uma Libertadores

Domingo de luxo

Depois das aventuras de sábado, descritas abaixo, fomos logo cedo ver um jogo na Rua Javari, que agora está só a alguns minutos a pé da minha casa.
Ah, como é diferente você acordar cedo e ver um monte de jovens, senhores, mulheres saindo de suas casas como numa sincronia orquestral, juntos pelas ruas da Av. Paes de Barros.

É diferente, é sublime, é tradicional!



No meio do caminho se encontram mais e mais juventinos indo ao mesmo destino. As ruas são pequenas, as pessoas são as mesmas e se dão ao luxo de se cumprimentar antes, durante e após o jogo. É um clima familiar, um clima distante dos grandes centros urbanos e, por quê não, dos grandes times e estádios.

Vou dizer agora algo que deveria se repetir durante nossas vidas: Quem nunca foi na Rua Javari que vá, nem que seja a última coisa em vida que se faça. É se sentir nas histórias contadas pelos nossos avós. É como se o futebol parasse no tempo.

Só pra se ter uma idéia o estádio não tem refletores, os jogos têm que ser em horários diurnos com forte luz solar. Me arrisco a dizer que 8 em cada 10 juventinos não queira mudar isso.



Pré-jogo

Minha jornada começa as 10 da manhã, quando saímos de casa ao encontro do estádio que me recuso a lembrar o nome e sempre será na minha mente Rua Javari.
Ás 10:50 adentramos às arquibancadas, e só para vocês têm uma idéia não há divisões de setores, o ingresso que paga a arquibancada, paga o setor dos alambrados (recomendo), a parte coberta, ala das torcidas organizadas, sentadas, em pé...
Logo de cara se tem uma noção de como o bandeirinha sofre nas bocas da torcida. É algo tão próximo que podemos dar o luxo de dizer pessoalmente a ele que seu cadarço está desamarrado. É claro que poucos dizem isso num jogo de futebol - coitada da pobre senhora sua mãe, meu amigo de preto.

O jogo era Juventus e Barueri, e não é que o destino me pregou algumas peças. Do lado do Barueri não jogou suspenso o Amaral, que estava na estádio e vejam só, passeou no meio da torcida do Juventus bem do meu lado. Onde mais você veria isso? Já do lado do Juventus o cambalhota Vampeta, também suspenso, não jogou e ficou na arquibancada sentado todo o jogo.

E não pára por aí.

Um pouco antes do jogo começar olho pro lado e vejo um ilustre cidadão brasileiro, que tanto nos animou em suas transmissões pelo rádio. Tive a honra de ver, falar e cumprimentar o radialista Osmar Santos, que se destaca pela figura serena, educada, alegre e sensata. Tais qualidades que, o AVC não teve a audácia de tira-las.
Foi um momento único, sem palavras que possam explicar o grande ser humano que apertou as minhas mão e disse em um tom de voz cansado: vim ver o Juventus ganhar.

Força Osmar, o povo brasileiro está com você.



E começa a peleja...

O jogo começou com uma pressão do Juventus desgraçada, o goleiro do Barueri é bom demais. Ele salvou umas 5 bolas difíceis do ataque juventino. E por falar nessa figura, é sensacional o xingamento, no mínimo engraçado (até o goleiro Rener do Barueri não resistiu e foi visto várias vezes rindo) da torcida do time da Mooca ao arqueiro. Toda hora que ele iria bater um tiro de meta a torcida começava um ôôôôôôôôôôôôôôôôôôôôô... e na eminência do toque de sua chuteira à bola se terminava a frase com um FILHA DA PUTA!
Foram inúmeras vezes durante o jogo. Dignas de se lembrar e contar para os nosso filhos e netos: filho, sabe o Juventus, então seu pai quando foi à Rua Javari era de costume da época...

O jogo continuou, mas por falar a verdade menos importava, pois já adiantando aqui que terminou em 0x0. Da partida se salva algumas coisas peculiares. O pessoal, me incluo também, infernizou a vida do bandeira. Era para o distinto camarada "Ana Paula você está gorda, cheio de estrias, com celulite", "Bandeira você não consegue acompanhar a bola", "Bandeira ajuda aí, meu, que a macarronada é por minha conta", "Bandeira você tá cego ou com sono?"...



Ofensas

Obs.: uma coisa que poucos sabem, mas o jogo de futebol profissional é tão falado, gritado, xingado quanto qualquer jogo de pelada do nosso fim de semana de cada dia.

E no meio desses gritos se misturaram os meus contra o Alberto e Ávalos ex-Santos. Eram "refugos", "jogador de time pequeno", "tosco", "fim de carreira", "refugo" para todos os lados.
Mas o melhor estava por vir, no segundo tempo o Márcio Careca, lateral do Barueri veio pro meu lado do alambrado, e com ele veio o fim da minha voz com tantos "jogador medíocre", "ridículo", "filho da puta", "jogador de time pequeno", "jogador de Barueri e Paraná", "fim de carreira", "jogador de fim de semana", "meu pé esquerdo não vale seu passe" e por aí foi. Fiquei sem voz de tanto xingar o infeliz, mas, o barulho foi tanto que num lance do meu lado eu o xinguei tão alto que não teve como fingir que não viu e me olhou com uma cara, que dei risada e respondi: "não olha torto não, que o cara do Juventus já bateu o lateral e já vai cruzar". Ninguém do alambrado resistiu e caiu na gargalhada, o cara ficou me encarando e quase levou o gol, só faltou o gol sair e vê na tv ele fora do lance me encarando.
Até um pseudo amigo de alambrado que fiz na hora, senhor italiano, de muita idade e torcida juventina cascou o bico pelo ocorrido e me chamou pra voltar mais vezes. eu o olhei e disse com toda sinceridade: será um enorme prazer.



Bola pro mato e fim de jogo

O estádio da Rua Javari é pequeno, acolhedor daqueles que se encontra na várzea. E é por isso que qualquer bola por cima do gol vai parar na vizinha. Só não sei se ela fura com faca e tesoura igual no nosso futebolzinho de rua da nossa infância. Mas, é fantástico olhar o pessoal vendo o jogo da sacada, laje, janela de suas casas. Isso é muito pessoal, é como se o futebol fosse íntimo do nosso dia-a-dia. E numa mistura de pastelão com essa relação pessoal, escuto do alto da arquibancada enquanto o juiz dava intervalo de dois minutos de descano, nos 20 minutos de jogo do segundo tempo um grito que ficará marcado pra sempre em minha memória: "Ei juiz, não pára não que o macarrão está esfriando lá em casa".

Quem tirará da minha cabeça as gargalhadas de quase 3.000 pessoas num momento tão peculiar do futebol.

Ao fim da peleja fui correndo para ver se conseguia xingar o Vampeta, já que ele ficou isolado perto de uns seguranças monstros.
Fui até ofegante e gritei em bom som: "Vampeta, (ele vira o rosto pra mim) o Marcão mandou lembranças". Ele, desconcertado, virou o rosto e mandou um sinal de jóia com o polegar, que traduzindo seria mais ou menos um "beleza, campeão. Mas que filho da puta, esse moleque"

E, assim terminei minha jornada na Rua Javari, mas que terá encontro marcado em outras ocasiões.



Jardim Leonor

De lá fomos pro Morumbi ver o clássico San-São. Os moleques queriam conhecer ou rever o estádio, e apesar de ser um clássico, num horário nobre, o time na terceira colocação a diretoria colocou um pouco mais de 23 mil ingressos a venda e colocou no jogo um pouco menos de 18 mil. Exemplo de torcida de moda. Aliás, me refereria mais como simpatizantes e menos como torcedores de verdade.

O jogo foi todo do SPFC nos primeiros 15 minutos e até achamos que elas iriam golear. Esse time de Leão Tarja Preta foi uma gangorra que levava ao céu e ao inferno durante todo o jogo. Abriu o marcador e se perdeu tanto, ao ponto de levar a virada. Mas empatou e se não fosse a incompetência do Kléber Pereira teria até goleado o time do Jardim Leonor.
Mas levou um gol que castigou as falhas do Fábio patada voadora Costa e do KP.

Bem feito!

Já no time rosa do muro, Adriano é centroavante perneta, o Rick quis mostrar sua hombridade (?) e quase foi expulso, o RC é um forte candidato a virar padre, frei, pastor ou qualquer entidade de qualquer igreja de porta de garagem, já que não pode ver um lance cara-a-cara que adora se ajoelhar, a torcida como sempre calada - já a organizada, que em todas as vezes que fui sempre deixou a desejar tentou empurrar o time -, Adriano segundo o MAC foi expulso por tentar sair de perto do jogador do Santos, mas não é o que diz a súmula do jogo*.

Ganharam na incompetência santista de Tabata**, KP e Fábio Costa.


O tour desse fim de semana, acabou. Mas, muitos ainda virão e desta vez será nos dias 23 e 24 e no jogo de reencontro do Palmeiras no Palestra Itália, com os bancos de reservas, gramado e vestiários novinhos em folha.

Sinto enormes saudades da nossa casa, torcida palmeirense.



Palmeiras e Palestra Itália nada é mais lindo!







*Expulsei-o diretamente por proferir as seguintes palavras p/ mim: "vai tomar no cú", após em seu entendimento não ter sido assinalada uma suposta falta em favor de sua equipe. Após ser expulso o mesmo ainda proferiu as seguintes palavras: "Filho da puta, safado, você não apita nada", em seguida foi conduzido por seus companheiros e deixou o campo de jogo.
**Expulso por: após ser informado viz rádio pelo ass. nº 01, Sr. Emerson Augusto de Carvalho, que o jogador nº10 Sr. Adriano Leite Riberiro (citado ao lado), desferiu uma cabeçada no jogador de nº 05 Sr. Domingos Nascimento dos Santos Filho da equipe do Santos FC, atingindo-o na testa, fora da disputa da bola. Informo que o jogador atingido não necessitou de atendimento médico, prosseguindo na partida normalmente.

Maldita digital

O título é o que mais importa, mas temos a memória e a oportunidade em vida de fazer tudo que será posto logo abaixo.

Como disse há uns posts abaixo, me mudei para o maior bairro italiano de São Paulo, quiçá do Brasil. A conseqüência dessa mudança foi o afloramento gigantesco da minha paixão pela cultura italiana. Não sei explicar, mas só o fato de torcer pelo Palmeiras não exemplifica o quanto sou fissurado nessa cultura. Agora, aguentem minhas idas e vindas na Rua Javari.


Vamos ao relatos do fim de semana.


Sábado recebi uns amigos de Campinas (onde faço faculdade) para passar o fim de semana em casa. No sábado levei os moleques para gastar a grana no Brás* e na Luz, e, claro conhecer o centro da cidade e seus marcos. Se não fosse o atraso das obras do gramado do Palestra iríamos no jogo contra o Guarani - graça a Deus há males que vem pra bem, e vocês verão o por quê!

Depois de muito andar, lá pelas 17 fomos na loja Nike (que normalmente vende coisas baratas, mas que devido as compras de fim e início de ano ainda estão caras). No grupo tinha um bugrino, que já é quase de casa e um que se dizia Gambá, é claro que não poderia deixar de levar o meliante à São Paulo e não mostrar o Palestra Itália, mesmo que fosse por fora.

Lá pelas 18h, chegamos na entrada da Matarazzo e perguntei pra um cara cara da portaria se estava acontecendo visitação e se tinha horário pra hoje (sábado) - pra mim, perguntei na maior inocência, já esperando que o cara dissesse que era do dia tal da tal hora até tal hora. Eis que para minha surpresa ele diz que era pra ir na entrada da Turiassu que estava tendo. Puta sorte do caralho. Pois, quando cheguei lá peguei a última turma de visitação.

Entramos pelo clube, que é simplesmente lindo por dentro, e logo de cara adentramos na sala de troféus.


Meu Deus!


Meu amigo disse que meus olhos não paravam de brilhar. Não parava de ver todas aquelas taças (e só tem na sala 20% delas), dos Brasileiros, Libertadores, Ramón de Carranza, Paulistas, etc...

Não parava de falar dos títulos para meus amigos, e o gambazinho ficou fissurado, queria tirar fotos de tudo com o celular. E aí vem o título do post.
Como o sábado não tinha muitos pontos para andar, era mais fazer compras e mostrar o centro. E, passar no Palestra foi meio que um acidente o cara não levou a digital.
Como eu me arrependo do fundo da minha alma.

Pois bem, o tour continuou...


Da sala de troféus fomos ao estádio. Na hora mandei o gambá esvaziar os bolso pra ver se ele não tinha levado nenhum troféu.

No estádio deu pra reparar que os bancos de reservas estão quase pronto, só faltando os bancos estofados e pintar. Já os dos jornalistas que ficarão atrás dos gols, pra mim está muito perto do gol, e sabendo como essa mídia nojenta trabalha é capaz de um jornalista sair correndo e tirar um gol do Palmeiras.
A grama não deu para reparar bem como estava, mas relaxem que o melhor está por vir.
Das arquibancadas saímos e fomos no fosso conhecer os inúmeros espaço que tem embaixo da arquibancada, como boliche, judô, bocha, etc...

Perguntei se o grupo de visitantes iria entrar nos vestiários e o Fábio (guia) disse que não. Na hora eu desanimei, mas o brilho nos meus olhos ainda estava a todo vapor.

Voltamos ao fosso e entramos num espaçinho da PM. Quando entramos vimos que tinha uma porta que levava ao túnel do time adversária ao gramado. Enquanto o cara estava explicando lá, eu, meus amigos e mais uns 5 saimos e entramos no gramado.

Quase tive um infarto, foi uma emoção gigantesca, fantástica, pisei no gramado, fui até o gol do placar e abrir os braços imitando o Marcão.

Foi show de bola, isso tudo em questão de segundos, pois o guia poderia nos dar uma bronca. Foi quando voltamos, o cara e o grupo tinha sumido completamente, parecia que a terra tinha engolido eles. Fomos correndo atrás deles pelo fosso e nada, até as piscinas, e nada! Sobre as piscinas, tem muuuuuuitas lá.

Estávamos sozinho no estádio, sem ninguém, sem guia sem nada.


Fazer o que? Fomos dar um conferida no novo vestiário, quando chegamos à frente da entrada estava aberto e sem ninguém. Meu San Gennaro, que emoção. Entramos e logo de cara vimos a nova sala de imprensa do estádio e tirei uma foto com o celular na cadeira do Luxa. Passeamos lá dentro para os vestiários do Palmeiras, vimos todos os armários, banheiro (inclusive tive que usar, pois a emoção era tanta que esqueci de tirar a água do joelho), vestiários do time adversário, dos juízes, a sala de bate-bola com a frase em italiano, sala da PM, dos radialistas, e voltamos de novo pro campo para rever toda a magnitude do Palestra Itália. Só uma observação, os símbolos do Palmeiras e do Palestra Itália que ficavam atrás dos gols vão continuar lá, só que será elevado e não mais no nível do chão. Será parecido com a Pipa que tem no chão do panetone, ou seja, inclinado.

O medo de ser pego, e levar um bronca daquelas, fez com que saíssemos logo dali, antes mesmo que o cheiro de tinta nos deixassem loucões.

Que sensação inexplicável eu senti. Nunca sairá da minha mente o arrepio de estar por dentro do clube que tanto amo.

Segue logo abaixo uma reportagem da Band que pode dar imagens a tudo que vi, mesmo que seja só surperficialmente. Algumas poucas fotos estão na seção Imagens no lado esquerdo do blog.




O gambá do meu amigo está pensando seriamente se continua torcendo e sofrendo pro timeco da Marginal sem número, de uma coisa ele já pode se gabar pra qualquer outro gambá: já viu um estádio por dentro!


Isso só foi sábado, no domingo eu tenho que dizer do prazer que foi ver um jogo na Rua Javari, xingar o Vampeta e Márcio Careca, e de conhecer o maior locutor que já vi, Osmar Santos.
Aguardem...




*Na loja que já postei sobre a camisa retrô do Palmeiras achei uma retrô da Sampdoria dos anos 80, por R$ 29,99.

Eita bola caprichosa!


"Triste pela derrota " foi o que Vanderlei disse na coletiva e também é o que todos os palmeirenses sentem. Palmeiras perde para o líder da competição. E o pior de tudo é que o Palmeiras criou muito, jogou bem, mas finalizou mal.
Luxa armou um esquema ofensivo tirando o cornetado Martinez, mas o gol não aconteceu. "A bola tá caprichosa, não tá entrando. Eles (Guaratinguetá) tiveram três contra-ataques e aproveitaram", afirmou Luxemburgo.

Do jeito que a partida estava, o Palmeiras podia chutar 30 vezes que a bola não entraria. O time tem que se entrosar mais, e melhorar a finalização, só que com o pouco tempo para treinar, infelizmente o Palmeiras tem que "afinar" o seu time dentro de campo.
Final da partida, Palmeiras 0, Guaratinguetá 3.

Agora a solução é ter paciência para o time se encaixar. Paciência que no momento não tenho nem para escrever esta análise. O título do texto resume a análise do jogo. "Eita bola caprichosa!"
Por motivo de mudança de domicílio e as folias de carnaval o Carcamanos só volta na quarta-feira de cinzas.

Grato pela atenção


Ps.: Chupa Imprensinha

Vai um time aí!?

Minha mãe já dizia: "o apressado come cru"
Essa semana foi dose acessar os sites, jornais, programas esportivos da mídia PIG (Partido da Imprensinha Gambambi). Sim, eu já sabia o que vinha depois das atuações patéticas do Palmeiras - sábado passado e meio dessa semana - mas, o que mais me irrita, é a avalanche de críticas (ok, como você mesmo disse o time não jogou bem) desnecessárias, sem fundamentos, sem "a" nem "b" da torcida palmeirense.

Gente do céu, vamos aos pontos nos "is" das últimas apresentações: o time não teve brio, jogou parecendo que estava sem vontade, alguns jogadores (não gosto de citar nomes, pois cada um sabe onde o calo aperta, e, se sabe e não se mexe pra arrumar o tênis, tem que vazar e logo do Palestra) não estão rendendo o esperado. Alguns desde 2007 e outros a partir desse ano. O Diego não vai na bola quando cruza - ok!, que ele treine até cansar, então. Mas não me lembro de uma campanha pró Bosco(ó) nas 3 falhas do RC no Paulistão! (ai, essa doeu, fui baixo demais).

Cornetar, sim! Com fundamentos, sim! É sadio! Aprendemos com o próximo, com nossas palavras, e o que é melhor apontamos soluções.
Mas, nada justifica apontar a metralhadora acéfala da imoralidade sem antes nos ferirmos com ela. Quer ajudar? Monte uma lógica, dê soluções, escale seu time, debata por quê fulano e ciclano não estão bem, por quê as jogadas não saem, por quê quem estava bem hoje está mal, crie seu blog, participe de fóruns, leia outras opiniões, discuta-as.

Isso é sadio e engrandece a todos.

Por favor, torcida palmeirense não entre no jogo ridículo da mídia PIG, o Palmeiras nem ninguém jogou bola ainda nessa Paulistão, quem diga o SPFW contra Ituano, Guará e Rio Claro. Sem falar no saco de pancada da vez, o Santos e o próprio time de segunda linha da Marginal sem número.
Mas, pra que falar do sufoco dos times alheios se temos o querido saco de pancada da mídia, nosso glorioso Verdão. Quer um exemplo? Pra que da bola pro JK? O nosso, deixa eu expressar uma palavra que melhor qualifique o Belluzzo... ehhhhhhhh não sei, talvez um dos 100 maiores economistas heterodoxos do século 20 já quebrou as pernas do "jornalistinha" do Lance! só com uma carta. Lá está explicado em detalhes honrosos sobre o patrocínio. E por falar nele, existe um abismo muito grande entre criticar e afirmar vergonhosamente uma entidade, como o Palmeiras. Chamar de mentiroso alguém que nunca disse nada sobre os valores, devido a cláusula de sigilo contratual, é no mínimo infantil e calunioso. Deveras um processo.
Mas nesse país, qualquer fala o que quer e o que não quer e fica por isso mesmo. É legal, é polêmico, é desumano - ainda mais quando se trata de caluniosos que tem um mecanismo de abrangência para a massa, como um jornal (que diga o Milton Milk).

As vezes, me pego a pensar (se você completou essa frase com "em nós" com certeza lembrou de uma música sertaneja) se eu fosse presidente do Verdão, quais medidas tomaria para rebater tais críticas. Seria no mínimo radical. Mas, aí me vem à cabeça uma frase dita pelo Finelli numa entrevista ao Mondo Palmeiras: "não adianta bater de frente com a imprensa, só piora as coisas".
Maldita hora que fui ouvir a Rádio Mondo Palmeiras. Sem essa idéia latejando em minha cabeça já estaria separando os cadeados para trancar os portões da Academia do meu amado time dessa nojenta imprensa (nessa hora o autor olha a lixeira de plástico direcionada a sua esquerda, e solta um belo e asqueroso escarro, pena que erra e acerta o chinelo, no qual o obriga a lavá-lo no banheiro).

Para tudo e para todos, para as vitórias e para as derrotas, para as não interceptações do Diego e seus penaltys defendidos e erradamente voltados, para as falhas da zaga e gols contra o Corinthians no Brasileirão, para a saída do Luxa em 2002 e os títulos de 1993 à 1996, para a imprensa PIG só tenho a dizer uma coisa:

Palmeiras.

One team, one love!